sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


Controle de volume digital com pic


No circuito que faz uso de um P1C16F84, o áudio presente na entrada terá seu nível controlado pela tensão DC aplicada ao pino 2 do MC3340P. O nível de áudio apresentado na saída poderá ser alterado entre zero e um valor em amplitude quatro vezes maior do que o sinal aplicado à entrada. Para conseguir uma tensão DC, que será aplicada ao pino 2 do MC3340P, foi utilizado um PIC1 6F84 que é o “cérebro” do circuito, um conversor analógico-digital DACO8O8 e um amplificador operacional LF353. O processo de controle é o seguinte: Quando se pressiona uma das teclas (S1 ou S2), que respectivamente incrementa ou decremento o contador de 8 bits do PIC, o valor do contador é transferido ao DACO8O8, que o converte para a forma digital do PIC em uma corrente equivalente. Essa corrente é levada ao LF353 que a converte numa tensão DC equivalente.
A tensão convertida é aplicada ao pino 2 do MC3340P.O potenciômetro P1 é o ajuste de escala do amplificador operacional devendo ser ajustado, preferivelmente, em 5,187 k. P2 é o controle de amplitude. A fonte deve ser de 5V simétrica e 12V simples. Para evitar a captação de zumbidos, devem ser usados fios blindados nas ligações de saída e entrada do MC3340P. O programa pode ser desenvolvido pelo montador e o circuito pode ser modificado com o acréscimo de mais funções para o PIC. Não damos o programa por depender das funções que o leitor desejar.

Capacitores

Princípios para acoplamento e desacoplamento capacitivo de circuitos

  Idealmente, a impedância do capacitor de acoplamento deve ser nula para a frequência do sinal. Para isso, o capacitor de acoplamento precisa ter o maior valor possível, levando-se em conta as limitações de espaço e custo.
  Na prática, contudo, por causa da indutância residual dos capacitores, que costuma aumentar com o tamanho do mesmo (e, portanto, com a capacitância), é necessário limitar-se o valor máximo de capacitância utilizável em determinada frequência, de forma a não se ultrapassar a frequência de auto-ressonância do capacitor.
  O acoplamento e desacoplamento via capacitor precisa oferecer baixa impedância para os sinais e preservar a polarização contínua. Ambos os requisitos podem ser atendidos pela escolha do tipo adequado de capacitor e pelo cálculo do valor da capacitância e da tensão de ruptura do dielétrico. Para que um determinado capacitor cumpra de maneira eficiente sua tarefa, ele deve apresentar as seguintes características:

a) A reatância capacitiva deverá ser pequena em comparação com a impedância do(s) ponto(s) do circuito onde o mesmo estiver conectado. Este requisito é atendido facilmente, desde que se conheça a impedância do ponto de conexão e a frequência do sinal que se deseja acoplar ou desacoplar.
Para o acoplamento ou desacoplamento, os capacitores deverão apresentar uma reatância que não ultrapasse 10% do valor da impedância vista pelos seus terminais. A aplicação dessa regra simples produz bons resultados. Na condição limite, por exemplo, quando a reatância capacitiva é exatamente 10% da impedância, o ganho do circuito será igual a 0,995 do máximo, com um ângulo de fase de 5,7º, ou seja, haverá uma perda de ganho de apenas 0,5%, que é perfeitamente desprezível, se comparada com a tolerância normalmente aceita para os valores dos componentes utilizados nos circuitos eletrônicos.
  Deve-se observar, contudo, que os efeitos do acoplamento e desacoplamento são cumulativos, devendo-se calcular o efeito total sobre o ganho e o ângulo de fase com o auxílio das seguintes equações (desde que os capacitores de acoplamento e desacoplamento tenham uma reatância igual a 10% da impedância no ponto).
  Onde n representa o número de capacitores de acoplamento e desacoplamento empregados no circuito.
b) A reatância indutiva residual dos capacitores, principalmente os de desacoplamento, deverá ser mantida pequena em comparação com a sua reatância capacitiva. A reatância indutiva residual é causada pela indutância dos terminais e das placas do capacitor, adicionada à indutância da trilha de circuito impresso onde o mesmo está conectado.       Por isso, em frequências superiores a 30 MHz e nos amplificadores de potência, onde a indutância residual precisa ser mantida em níveis especialmente reduzidos, é importante que as trilhas do circuito impresso sejam curtas e largas e que o capacitor utilizado possua terminais curtos e grossos e, de preferência, planos.
Nas frequências inferiores a 1 MHz, a indutância residual exerce pequena influência no acoplamento ou desacoplamento do circuito e a maioria dos modelos de capacitores poderão ser utilizados, com exceção dos capacitores eletrolíticos de valor elevado.
Em frequências superiores a 1 MHz, os capacitores eletrolíticos poderão ser utilizados, desde que em paralelo com outros capacitores de valor adequado, de filme plástico ou disco cerâmico. Esse é o recurso utilizado em amplificadores de faixa larga para garantir o acoplamento e o desacoplamento, onde, nas baixas frequências, atuam os capacitores eletrolíticos, e, nas altas frequências, atuam os capacitores de menor valor.
Acima de 10 MHz, a indutância residual dos capacitores de filme plástico torna desaconselhável sua utilização para o desacoplamento, devendo-se optar por capacitores que possuam placas planas, como os cerâmicos de disco, os “chips” e os multicamadas.
Nos amplificadores de potência que operam em frequências superiores a 70 MHz, é conveniente a utilização de capacitores de mica blindada.    Aliás, para o desacoplamento da fonte de alimentação, deve-se preferir capacitores que possuem eletrodos duplos para a conexão com a armadura interna (capacitores de passagem). Devido a possuírem eletrodos planos e uma carcaça metálica conectada à armadura externa, que permite soldá-los diretamente à placa de circuito impresso, os capacitores de passagem de mica blindada apresentam uma indutância residual virtualmente nula.
A redução da indutância residual pode ser conseguida, também, pela conexão em paralelo de dois ou mais capacitores, de valores iguais ou diferentes. Este recurso pode ser utilizado com sucesso na faixa 150 MHz, onde é comum associar-se em paralelo 3 ou 4 capacitores cerâmicos de disco de 470pF, por exemplo, para a obtenção de um resultado semelhante ao conseguido pela utilização de capacitores de mica blindada.
  A figura 1 mostra um gráfico com as faixas de frequências e capacitância apropriadas para cada tipo de capacitor.
  Os valores de capacitância máxima em função da frequência mostrados no gráfico são adequados nos circuitos onde não existem grandes quantidades de harmônicos. Se for necessária a utilização do valor máximo permitido em determinada frequência, e a distorção harmônica ultrapassar a 10%, como acontece nos amplificadores classe C, será necessária a utilização de outro capacitor em paralelo, de valor adequado para a frequência do harmônico correspondente. Este procedimento é normalmente empregado em frequências superiores a 30 MHz, onde é comum a associação em paralelo de 2 ou 3 capacitores, de, por exemplo, 100pF, 1nF e 100nF. O primeiro, de alto valor, e utilizado para a prevenção contra oscilações em baixas frequências (entre 100 kHz e 10 MHz). Os dois últimos, de menor valor, para o desacoplamento do sinal e seus harmônicos.
c) A resistência de perdas do circuito equivalente série do capacitor deverá ser pequena em comparação com a resistência do(s) ponto(s) de ligação. Este requisito é especialmente importante quando se tratar do acoplamento ou desacoplamento em pontos onde circule uma intensidade de corrente apreciável, como nos amplificadores de potência, por exemplo. Para a redução da resistência em série, além da utilização de capacitores adequados, como os de mica e cerâmicos de baixas perdas, é possível a associação em paralelo de dois ou mais capacitores, recursos que também contribui para a redução da indutância residual.
          Desacoplamento da alimentação

  Nas frequências superiores a 1 MHz, deve-se considerar a fonte de alimentação como um circuito aberto para corrente alternada, tornando-se imprescindível a utilização de um capacitor de desacoplamento em cada um dos circuitos por ela alimentados. Isso evita o acoplamento indevido dos circuitos via linha de alimentação, o que costuma causar sérios inconvenientes, como instabilidade de funcionamento, oscilações indesejáveis, entre outros. Neste caso, também é essencial a utilização de resistores separadores entre cada circuito e a fonte de alimentação. Para se evitar a queda de tensão provocada pelos resistores, estes podem ser substituídos por indutores de valor adequado (choques).
Para o desacoplamento da linha de alimentação, a reatância capacitiva deverá ser pequena o suficiente para que o resíduo de sinal alternado possa ser desprezado. Isso implica na utilização de um desacoplamento em que a impedância do capacitor fique entre 1 e 3% da resistência equivalente para corrente contínua do circuito alimentado. Nas frequências superiores a 70 MHz, principalmente, a impedância do capacitor dependerá, também, da reatância indutiva do circuito de desacoplamento, podendo-se, no caso da ressonância em série, tornar-se nula. Nesse caso, e se a amplitude dos harmônicos for apreciável, deve-se conectar em paralelo outro capacitor de menor valor, para que a corrente de harmônicos possa alcançar a massa, com um mínimo de impedância. O valor do capacitor de desacoplamento não deverá exceder os valores indicados no gráfico da figura 1, embora o melhor desacoplamento seja obtido com a utilização dos valores máximos indicados. Caso seja necessário, pode-se associar dois ou mais capacitores em paralelo, para obtenção da capacitância total.
Nos amplificadores de potência operando em frequências superiores a 30 MHz, pode-se conectar em cascata duas ou três células de desacoplamento, constituídas por capacitores e choques de RF, conforme mostrado na figura 2.
  O tipo e a finalidade dos componentes utilizados no circuito da figura 2 são a seguinte:

C1 - Capacitor de passagem de mica blindada. Utilizado para desacoplar os harmônicos e a fundamental.
C2 e C3 - Capacitor de disco para o desacoplamento da fundamental.
C4 – Capacitor de disco de 100nF, para prevenir contra oscilações de baixa frequência.
C5 - Capacitor eletrolítico de 10µF, para prevenir contra oscilações de baixa frequência.
XRF1 e XRF2 - Choque de radiofrequência para bloquear o sinal e forçar sua passagem pelos capacitores de desacoplamento.
Os componentes cujos valores não foram dados devem ser determinados em função da frequência, tendo em vista o atendimento dos critérios anteriormente definidos.

A capacidade de isolação contínua no acoplamento e desacoplamento

  Os potenciais contínuos existentes nos pontos de acoplamento ou desacoplamento podem ser mantidos inalterados pela utilização de capacitores que possuam uma isolação adequada entre as placas. Para que o dielétrico de um capacitor não seja perfurado pela diferença de potencial a que for submetido, é essencial que a tensão aplicada não ultrapasse o valor máximo absoluto especificado pelo fabricante do componente, sendo conveniente, inclusive, a adoção de certa margem de segurança (de pelo menos 20%), como proteção quanto a uma eventual sobretensão. Assim, um capacitor especificado para 16V de tensão máxima, não deveria trabalhar sobre uma diferença de potencial superior a 13V, por exemplo.

Fonte:
Telecomunicações
Juarez do Nascimento
Makron Books

Antenas de metal líquido podem ser dobradas e deformadas

As antenas são construídas com um metal líquido injetado nos microcanais de um elastômero. Elas podem ser dobradas e deformadas porque suas propriedades mecânicas são determinadas pelo elastômero e não pelo metal.

Em um mundo em que cada pessoa está se transformando em um nó de uma rede mundial sem fios, as antenas estão se tornando cada vez mais importantes. Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, criaram antenas que podem ser torcidas, dobradas e enroladas para armazenamento, abrindo a possibilidade de uma versatilidade ainda maior no uso de equipamentos eletrônicos e na extensão das redes sem fios. Ao retornarem ao seu formato original, as antenas flexíveis retomam também seu funcionamento, mantendo o mesmo desempenho para o qual foram originalmente projetadas.

Antenas maleáveis e flexíveis

À parte desenvolvimentos futurísticos de nanoantenas para comunicação por luz, mesmo as antenas mais modernas são feitas de cobre ou outros metais, com rígidas limitações com relação ao quanto elas podem ser dobradas e, principalmente, quantas vezes elas podem ser flexionadas antes que a fadiga do metal as inutilize completamente. As novas antenas, desenvolvidas pela equipe do professor Michael Dickey, não apenas podem ser inteiramente dobradas um sem-número de vezes - elas retornam automaticamente ao seu formato original, voltando a funcionar sem qualquer perda de rendimento - elas irradiam com uma eficiência próxima aos 90%. Os pesquisadores acreditam que suas antenas maleáveis terão grande utilidade em aplicações onde a rigidez das antenas tradicionais representam um empecilho ao uso de aparelhos móveis, como telefones celulares, TVs e aparelhos de GPS.

Metal líquido

As antenas flexíveis e maleáveis são fabricadas com um metal líquido injetado em um polímero poroso e flexível. Elas podem ser deformadas à vontade porque suas propriedades mecânicas são ditadas pelo elastômero, e não pelo metal líquido. Os pesquisadores construíram as antenas injetando uma liga dos metais índio e gálio - que permanece líquida à temperatura ambiente - em canais tão finos quanto um fio de cabelo humano. Depois que a liga preenche completamente cada canal, sua superfície oxida, criando uma espécie de "pele" que mantém a liga firme na posição e permite que ela retenha suas propriedades líquidas. "Como a liga permanece na forma de um líquido, ela herda as propriedades mecânicas do material no qual ela está incorporada," explica Dickey.

Antena multifrequencial e sensor

A inovação tem dois benefícios adicionais. O primeiro é que, como a frequência de uma antena é determinada pelo seu formato, é possível usar a mesma antena maleável para transmissão em diversos canais, simplesmente esticando-a. O segundo benefício é que as antenas maleáveis podem funcionar como sensores. Montadas, por exemplo, em pontes ou outras obras de construção civil, elas transmitirão em frequências diferentes conforme as construções se expandam ou se contraiam, permitindo um monitoramento remoto sobre suas condições estruturais.

Mais caras

Os pesquisadores acreditam que as antenas maleáveis serão adequadas para determinados nichos de aplicações - por exemplo, onde haja limitações de espaço, quando as antenas poderão ficar acondicionadas em pequenos compartimentos até serem necessárias. Isto porque a liga de metal líquido é mais cara do que o cobre e os outros metais tipicamente utilizados na fabricação das antenas tradicionais.

Transístor de grafeno abre caminho para processadores reconfiguráveis


O componente tem uma arquitetura diferenciada, com dois eletrodos e duas portas dispostas sobre uma folha de grafeno.


Positivo ou negativo


Os transistores, os elementos básicos dos computadores e de toda a eletrônica, são fabricados em dois sabores. São necessários transistores do tipo p (positivo) e transistores do tipo n (negativo) para construir os circuitos lógicos que formam os processadores e todos os chips. Por exemplo, recentemente engenheiros do MIT conseguiram fabricar um transistor tipo p quatro vezes mais rápido do que os atuais - agora eles estão tentando fazer o mesmo com um tipo n para que a novidade possa chegar aos processadores. Mas nenhuma barreira parece ser alta o suficiente para o "material maravilha", o grafeno, que acaba de se tornar responsável por mais um feito inédito na eletrônica: um transístor que pode ser p ou n, dependendo da necessidade.

Transístor reversível

Cientistas japoneses fabricaram um transístor de grafeno cuja polaridade pode ser revertida pela simples aplicação de uma corrente elétrica. O feito inédito significa que um transístor tipo p pode ser convertido em um transístor tipo n à vontade, conforme a necessidade do circuito. O transístor chaveável de grafeno foi construído pela equipe do Dr. Naoki Yokoyama, do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Avançadas (AIST, na sigla em inglês) do Japão. O componente tem uma arquitetura diferenciada, com dois eletrodos e duas portas dispostas sobre uma folha de grafeno. Para que o grafeno funcionasse como semicondutor, os pesquisadores criaram defeitos em sua estrutura usando um feixe de íons de hélio. Ao contrário dos transistores normais, o transístor de polaridade reversível precisa de duas tensões diferentes aplicadas em suas duas portas superiores.

Processadores configuráveis

Apesar de usar a tradicional tecnologia CMOS, o componente ainda é experimental, e terá um longo caminho antes de chegar aos processadores: ele ainda é lento, operando na faixa dos kHz, e funcionou bem apenas a -73°C. Mas a demonstração do conceito chamou a atenção da comunidade científica ao mostrar novas possibilidades de uso do grafeno, que está obtendo suporte para novas pesquisas em todo o mundo. E o novo paradigma inaugurado pelos pesquisadores japoneses certamente certamente vale uma olhada com mais detalhes. Um transístor de polaridade reversível poderá permitir nada menos do que a construção de processadores configuráveis em tempo de execução, cujos circuitos possam ser arranjados de forma a otimizar o processamento de cada tipo de problema em particular.

Fonte: Inovação Tecnológica 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Fonte de alimentação

O conector principal de alimentação da fonte do padrão AT possuía 12 pinos, já o conector do padrão ATX pode variar de 20 a 24 pinos. Nessa nova versão de conector principal de alimentação foi incluída a tensão de +3,3 V, eliminando a necessidade da placa-mãe derivar essa tensão de outra potência. A tabela abaixo mostra a relação dos pinos e sua respectiva tensão elétrica:






























Cinco tipos de tensões são essências de uma fonte ATX:

  • +5 V: utilizada na alimentação de chips, como processadoreschipsets e módulos de memória;
  • -5 V: aplicada em dispositivos periféricos, como mouse e teclado;
  • +12 V: usada em dispositivos que contenham motores, como HDs (cujo motor é responsável por girar os discos) e drives de CD ou DVD (que possui motores para abrir a gaveta e para girar o disco);
  • -12 V: utilizada na alimentação de barramentos de comunicação, como o antigoISA (Industry Standard Architecture).
  • +3,3 V: usada por chips (principalmente pelo processador), reduzindo o consumo de energia.

A fonte do padrão ATX passou a oferecer o recurso de desligamento via software, pois conta com um sinal TTL (Transistor-Transistor Logic) chamado Power Supply On (PS_ON). Quando o computador está em uso aplaca-mãe mantêm um nível de tensão baixo para o PS_ON, já quando em desuso o nível de tensão do PS_ON permanece alto. Esse sinal de ativação e desativação pode partir de recursos como:

  • Soft On/Off: ativação e desativação da fonte via software.
  • Wake-on-LAN: ativação e desativação da fonte via placa de rede;
  • Wake-on-Modem: ativação e desativação da fonte via placa de fax modem;

O sinal PS_ON depende da existência do sinal 5VSB (Standby). Esse recurso proporciona o computador entrar em modo descanso, ou seja, permite que determinados circuitos sejam alimentados quando as tensões em corrente contínua estão suspensas, mantendo ativa apenas a tensão de 5 V. Com isso é possível o computador se manter ligado mesmo que a placa de vídeo ou o HD fiquem desativados.

O Power OK é um recurso já contido no padrão AT e presente no padrão ATX. Esse recurso funciona como uma proteção, com a função de comunicar se a fonte está funcionando corretamente, ou seja, operando com voltagens aceitáveis para o bom funcionamento e sem riscos de danificar algum componente do computador. Caso esse sinal não exista ou seja interrompido, o computador geralmente se desliga automaticamente.[2]

Dependendo do tipo de processador utilizado, a fonte pode ter outras configurações de conectores. Existem cinco versões modificadas do padrão ATX de fonte, utilizados em tipos especiais de processadores, que são:
  • WTX: Conector principal de 24 pinos, utilizado pelos processadores Pentium II, Pentium III, Xeon e Athlon MP.
  • AMD GES: Conector principal de 24 pinos, além de um conector secundário de 8 pinos, utilizados por alguns processadoresAthlon de núcleo duplo.
  • ATX12V: Conector principal de 20 pinos, além de um conector secundário de 4 pinos e um conector terciário de 8 pinos, utilizado por processadores Pentium 4, Athlon MP e Athlon 64.
  • EPS12V: Conector principal de 24 pinos, além de conectores secundário e terciário de 8 pinos, utilizados por processadores Xeon e Opteron.
  • ATX12V 2.0: Conector principal de 24 pinos, além de um conector secundário de 4 pinos, utilizado por processadores Pentium 4 e Athlon 64.

     
  Windows 9


     A Microsoft nem lançou o Windows 8 e já está preparando as novidades do Windows 9. O novo sistema operacional, que deve vir em janeiro de 2015, traz novidades que, para nós, parecem ser impressionantes. A versão de 32 bits será finalmente extinta, dando lugar às versões de 64 e 128 bits. Intel e AMD já estão trabalhando nesses processadores e a previsão é que eles sejam lançados ainda em 2013, para que o mercado possa se adaptar. As duas fabricantes esperam distribuir esses chips com controladores de memória integrados, capazes de suportar o novo padrão DDR4 e as novas instruções SSE 5, afirmam os engenheiros.

      Sabendo do avanço da tecnologia das telas de três dimensões, a gigante de Redmond aproveitou o embalo e afirmou em nota pública que desenvolverá uma interface em 3D para o Windows 9. “O Windows 9 será como o Windows 7 e 8, mas ainda melhor. Queremos dar uma rica experiência de uso ao usuário”, declarou Steve Ballmer, presidente executivo da Microsoft. Ainda não se sabe exatamente como essa tecnologia funcionará, mas um óculos será vendido junto com o Blu-ray de instalação.

     Outros detalhes envolvem o número de edições disponíveis (serão apenas três: Home, Professional e Corporate) e um sistema baseado na nuvem, ainda mais integrado com os serviços Windows Live. Kevin Turner, COO da Microsoft, informa: “Estamos começando a trabalhar na próxima versão, a qual chamamos preliminarmente de Windows 9. Estou muito animado sobre o trabalho feito até então. A capacidade de poder ser simples, ser mais eficiente, aproveitar as novas tecnologias, todos esses cenários se unem para se tornar uma grande plataforma”.























Veja mais: http://www.cheatsbrasil.org/
                               GRANDEZAS FÍSICAS E ELÉTRICAS 

           ESTRUTURA  ATÔMICA DA MATÉRIA


Antes de iniciarmos nossas discussões a respeito  dos componentes e dispositivos
eletrônicos, vamos recordar e firmar alguns conceitos que definem  as diferenças entre os materiais do
ponto de vista atômico
 
  O ÁTOMO E OS MATERIAIS:
 Quando o átomo foi descoberto, os cientistas acreditavam que essa seria a menor partícula em
que a matéria poderia se dividir, e por isso o seu nome ( A = não ; TOMO =  divisível). De um modo
geral, para efeito dos estudos em eletricidade, o átomo pode ser dividido em duas partes distintas : o
núcleo e o orbital de elétrons.
O núcleo é formado basicamente por partículas carregadas positivamente ( os prótons ) e por
partículas  sem carga relevante, também chamadas neutras ( os nêutrons ).
 O orbital de elétrons ou simples mente eletrosfera é composta pelos elétrons que são partículas
carregadas negativamente. É basicamente na eletrosfera que está a diferença  entre , por exemplo, um
material condutor e um material isolante.
     
 No material  isolante os átomos estão fortemente ligados ao núcleo por uma força de atração, de
modo que não existem elétrons circulando pela estrutura  do material. Para romper-se com essa ligação
entre elétron e núcleo é necessário fornecer à estrutura muita energia, por exemplo na forma de calor ou
potencial elétrico. Quanto mais perto do núcleo está o elétron, mais forte é a força que os une. Do
mesmo modo,  quanto mais forte a atração entre elétron e núcleo, melhor o isolante (com algumas
ressalvas). Dizemos nesse caso que os elétrons têm um nível de energia muito baixo.
 No material condutor, os átomos das camadas superiores possuem níveis de energia
relativamente altos, desprendendo-se facilmente do  "laço" com o núcleo. Normalmente os metais
possuem em sua última camada (chamada camada de valência) elétrons livres que dão ao material
propriedades condutoras. Da mesma forma que no material isolante, mas de maneira inversa, quanto
mais afastado no núcleo está o elétron, melhor condutor será o material.
 Em qualquer material sólido, podemos descriminar esta "distancia"  assumida pelos elétrons
(que são os níveis de energia) como o que chamaremos de bandas de energia.
                                                               





O Que São Díodos ?

Díodos ou diodos são componentes elétricos pertencentes à família dos semi condutores. Os semi condutores são dispositivos fabricados à base de Silício (Si) ou de Germânio (Ge), constituídos pela junção de duas pastilhas de Silício ou de Germânio com impurezas de materiais diferentes, ficando uma delas com excesso de cargas positivas (semi condutor do tipo P) e a outra com excesso de cargas negativas (semi condutor do tipo N). 

Desta forma, ao ligar os dois materiais entre si – tipo P com tipo N -, obtém-se aquilo a que se chama uma junção PN ou díodo semi condutor. Utilizando o Silício, por exemplo, adicionam-se-lhe átomos de Índio (In) para obter o semi condutor do tipo P e adicionam-se-lhe átomos de Fósforo (P), Arsênio (As) ou Antimônio (Sb) para obter o semi condutor do tipo N – a estas operações dá-se o nome de dopagem do semi condutor. A junção PN assim formada fica com dois terminais. Ao terminal ligado ao semi condutor do tipo P, dá-se o nome de Ânodo (A). Ao terminal ligado ao semi condutor do tipo N, dá-se o nome de Cátodo (K). O Ânodo A é reconhecido num díodo por ter próximo uma risca circular, em torno do encapsulamento respetivo.

A junção PN pode ser ligada a uma fonte de alimentação de corrente contínua de duas formas diferentes:

1. Polarização direta – Liga-se o terminal positivo (+) da fonte de alimentação ao terminal P da junção e, portanto, o terminal negativo (-) da fonte ao terminal N da junção semi condutora.
2. Polarização inversa - Liga-se o terminal positivo (+) da fonte de alimentação ao terminal N da junção e, portanto, o terminal negativo (-) da fonte ao terminal P da junção semi condutora.

Na polarização direta, o díodo conduz fortemente, pois tem uma resistência eléctrica interna muito baixa. 
Na polarização inversa, o díodo praticamente não conduz pois tem uma resistência elétrica interna muito elevada – diz-se que está ao corte!

Se a fonte de alimentação for alternada, então o díodo conduz num dos sentidos da corrente elétrica e não conduz no outro sentido da corrente. Diz-se então que o díodo faz uma retificação simples da corrente alternada fornecida pela fonte.

A retificação de onda completa, que pode utilizar dois ou quatro díodos, consoante a montagem, permite que o receptor seja alimentado pelas duas alternâncias da corrente fornecida pela rede de corrente alternada, embora a corrente no receptor tenha um só sentido. Na retificação de onda completa, a potência fornecida ao receptor duplica, relativamente à retificação simples.

O díodo tem várias aplicações, nomeadamente:

1. Pode funcionar como interruptor automático, ao impor o sentido de alimentação de uma dada carga.
2. Pode funcionar como proteção contra a troca de polaridades, por descuido,  do circuito ou dos receptores.
3. Pode funcionar como retificador da corrente alternada da rede elétrica, impondo um sentido determinado para a alimentação das cargas.

Um dos inconvenientes do díodo consiste no facto de necessitar de cerca de 0,7 V para começar a conduzir, ficando com essa queda de tensão aos seus terminais.

 Circuito de Backup com Bateria para Pequenas AplicaçõesCircuito de Backup com Bateria  

Muitas vezes um circuito simples pode ser de grande ajuda em um projeto, é o que acontece com esse circuito que é bem simples de construir e super eficiente. O IC Regulador 7812 fornece 12vDC regulado para a alimentação do circuito, bem como para carregar a bateria recarregável. O LED indica o estado ligado e quando a alimentação de corrente está disponível D1, o diodo passa a corrente para a bateria através de R2. Valor de R2 é calculado para dar 90 mA de corrente (12/100 = 0,1 A) para o carregamento lento.
Quando a falta de energia elétrica, D1 e D2 revertem e fazem o backup do circuito, não deixando faltar tensão. Ele pode ser utilizado em uma infinidade de projetos que não podem ter quedas de tensão durante seu funcionamento.